Segunda-feira, Julho 06, 2009

Libertadores 2010


Ponto.

Segunda-feira, Junho 29, 2009

Pena

Eu tive pena ao saber da morte do Michael Jackson, que foi aliás o mesmo sentimento que sempre tive ao ver as notícias mais malucas envolvendo o cara. Neverland, voz infantilizada, os supostos filhos com máscara, o bebê que quase caiu da janela, as cirurgias, aquele rosto deformado...

Mas assim como um monte de gente, me peguei no youtube vasculhando as várias fases da carreira do homem: um Michael ainda pequeno cantando a fofa Ben, já mais crescido com o tema do Video Show (impossível não lembrar a abertura do programa), no clássico Thriller... Mas, pra mim, imbatível é Beat It. Coloque numa festa e conte com os dedos quem fica parado. Foi ao ver uma versão de 2001, com um Michael já acabado e que parecia esconder o rosto com as mãos que eu me dei conta de que o cara ainda era bom. (Tudo bem que tinha a participação do Slash, ícone inesquecível da adolescência)

E foi aí que senti mais tristeza por ver a aclamação post mortem.

E também me peguei pensando o seguinte: em que momento que o homem passou de gênio a maluco? Ou ele sempre foi os dois?

***

Gente, eu não consigo parar de ver vídeos do Michael. Só falta eu começar a imitar as coreografias na frente da tela.

***

Será que os camelôs já têm os melhores clipes em DVD piratão?

***

Ah. Em 1993, quando ele veio ao Brasil, eu tinha 13 anos, era (mais) duranga e não tinha perspectiva nenhuma de ir ao show. Só me restou ouvir pelo rádio. E até chorei em Heal the World.





Segunda-feira, Junho 22, 2009

Pra lembrar

Ao ver as fotos da Chapada Diamantina, fiquei com vontade de voltar e relembrei como foi pisar lá. O Vale do Pati foi, pra mim, a coisa mais bonita do mundo. Ver toda a extensão do vale, entremeado de chapadões, quase no fim do primeiro dia de trilha me fez vir uma frase à cabeça: "se alguma vez eu esquecer que Deus existe, vou lembrar do Vale do Pati".

Ainda não duvidei da existência do Eterno. Mas já questionei bastante sua administração nas tantas vezes em que achei que nada tinha mais jeito e que para o mundo não havia solução. Quando isso acontecer de novo, vou lembrar daquela vista, sem jamais saber explicar direito a razão de eu quase ter chorado ao ver aquele mundão na minha frente. Não precisa explicar. Basta lembrar.




***

A melhor notícia da semana foi o anúncio do show do Beirut em setembro, no Auditório Ibirapuera. Td bem, 800 lugares. Mas eu vou. Ponto.

***

Quando consigo, assisto "A Fazenda". É muito melhor que casa dos artistas. Mas eu queria ver Theo Becker continuar na casa. Agora, quem vai conversar com a égua Andressa? Quem vai fazer ataques sem sentido e nem conexão? Em casa de subcelebridades, eu quero é ver baixaria mesmo.

***

Ainda não assisti a toda a 5a temporada de Lost, embora muitos dos episódios tenham sido baixados no computador. Não resisti ao ver que era fácil baixar a série já legendada. Mas saber que a última temporada só vai acontecer no ano que vem diminuiu minha pressa. Pra quê ver tudo agora?

E como será a vida desse monte de viciado quando Lost acabar???


Domingo, Junho 14, 2009

São só palavras

Vanessa da Mata é uma das cantoras que mais gosto, e é das poucas que falam o que eu gostaria de dizer, ou o que já senti. Como “estou entregue a ponto de estar sempre só / esperando um sim ou nunca mais”, em Amado. Essa frase é só mais um exemplo de tantas. Não que eu esteja assim agora, esperando esse sim ou nunca mais pra seguir a vida. Mas ouvir me faz lembrar e me sentir grata por ter alguém que expressou em palavras e melodia o que eu já senti antes, mesmo sem saber como definir.


Isso vem acontecendo desde que uma faixa-bônus foi incluída em seu primeiro disco por ter feito parte de trilha de novela. Era uma regravação de uma canção já batida e conhecida na voz do Rei Roberto – a quem só chamo de rei agora, perto dos 30, veja só. E ela cantando que “até você voltar, meu bem, eu vou cantar essa nossa canção” me faz marejar os olhos até hoje, o que aconteceu na primeira vez em que vi um show da moça, no lançamento de “Essa boneca tem manual”.


O tom choroso pode ter sim a ver com mais uma passagem solitária pelo dia 12 desse mês, seguido do famoso dia de Santo Antônio – segundo minha mãe, o casamenteiro não é ele, mas sim São José, o pai adotivo de Jesus. Pra mim isso importou pouco, pq nunca fui apegada a promessas, nem nos tempos mais igrejeiros. Sempre achei as promessas um tipo de comércio, chantagem com o santo. Pedido de proteção é diferente, pq eles envolvem confiança e gratidão.


Tudo isso pra dizer que não, eu não fiz promessas pra passar o próximo dia 12 acompanhada. E nem fiquei assim deprimida qdo vi as centenas de reportagens sobre as dicas para o dia – até pq todas elas serão recicladas no ano que vem.

Tb já passei da fase de amaldiçoar as namoradas chatas, chaaaatas, que te vêem como uma grande ameaça e roubam seus amigos de você. Ou as fresquinhas que não gostam de colocar o pé no mato. Ou aquelas que têm crises de ciúmes dignas das novelas de Manoel Carlos. Ou aquelas que são tão delicadinhas e cuti cuti q dá vontade de arrancar um dente da frente, pra ver como se manifesta a delicadeza em um sorriso ventilado. E nem aquelas que, simplesmente, têm namorado. A vida não tem receita, já diria a Ceumar, outra que adoro, mas que não entra no setlist de hoje.


E, quando bater a raivinha, só me resta pular para outra música da própria Vanessa: Good Luck. Para everybody.





Domingo, Junho 07, 2009

Aviso

O frila foi entregue no prazo, até que gostei do trabalho final, comecei a labuta no escritório e, agora sim, posso dizer que estou de volta.

Um grande viva às festas juninas e aos aniversariantes festeiros de junho.

E uma grande vaia pra esse frio do cão. Q vai me deixar desbotar sem ao menos as pessoas perceberem q eu me queimei um pouquinho.

Segunda-feira, Junho 01, 2009

Eu voltei

Voltei ainda anteontem de uma viagem ao Pará e Amazonas, por conta de um frila de férias. "Profissão boa essa sua, hein?", tive que ouvir de todos os lados. "É, vem vc sentar aqui pra fazer 10 textos em tempo recorde e sem laptop", foi a resposta mental dada a todas as indagações.

Até agora, apenas três textos e meio estão prontos. Me internei no quarto, falo o mínimo com as pessoas da casa e choro mais prazo para poder dormir noites inteiras. Pior é que, a cada dois parágrafos, me distraio com as pesquisas no Google. O que era "Cultura do Marajó" vira "Suzan Boyle perde o Britain´s got Talent" ou "Stephany canta no Canecão com Preta Gil". Sem contar o msn. Mas ele não me atrapalha. Ao contrário. Me ajuda na ressocialização após quase um mês com poucas notícias.

Após ver cenários lindos que minha conta bancária sozinha não patrocinaria por tão cedo, testemunhei divertidas histórias que não serão aproveitadas nas matérias. Como o guia de uma praia linda do Pará que fala um monte de lorotas e não sabe lá muita coisa sobre a história do lugar - o homem é o próprio Forrest Gump. Já passou por todas as funções possíveis a alguém que conhece os ofícios de pesca. E também o motorista particular que parece ter sido treinado em uma lotação, não te fala bom dia e ainda ouve música evangélica (!) no talo (!!!), cantando em voz alta (!!!!!!!!!).

Vi também que não consigo viver longe de turmas. Era ver uns vizinhos de mesa e, daqui a pouco, estava lá eu na conversa, mesmo que fosse como ouvinte inicial. Daqui a pouco, eu já estava falando da minha família na Bahia, da delícia que é ir colher umbu na roça, das mangas, da tapioca que minha mãe faz... Ou então, me via falando do Corinthians, que vai ganhar a Copa do Brasil esse ano, e que Ronaldo é o cara. Ou respondia com algum "sorry, I´m brazilian", já que em muitos momentos me senti uma gringa no Norte.

Aliás, já haviam me dito que a estatura geral das pessoas nessa região era menor, o que me levou a observar um detalhe que pode ser invenção. As escadas tinham degraus menores que meus pés, que calçam 37, o número mais procurado nas lojas daqui (os pares de sapato sempre se esgotam rapidamente das lojas). O que me levava a pensar, geralmente com mau humor matinal: "isso aqui é escada de anão????"

O que eu tenho a dizer agora é que a elaboração dos textos está me dando uma canseira danada. Até pq eu vou ter que fingir que fiz alguns roteiros. O jornalismo tem dessas coisas. Mas, como missão dada é missão cumprida (já diria Capitão Nascimento), o jeito é acender uma vela e seguir em frente. De olho no prazo final.

Aceito orações e mentalizações positivas.

Também aceito convites para encher a cara até trançar as pernas depois que este período passar. Mesmo com o fim iminente das minhas férias.


Domingo, Maio 17, 2009

Milhagem em pílulas

A Chapada Diamantina já é o lugar mais bonito que vi na vida.

Trilhas viciam.

Conhecemos o melhor guia do mundo.

Muitos dias de caminhada dão barato.

Tenho cara de turista que habla alguna lengua latina.

Salvador é uma cidade fácil de se andar.

O Pelourinho é melhor quando se vai pela segunda vez.

As pessoas respondem sorrindo às suas perguntas.

E eu achei que tudo seria mto mais caro.

***

Eu tenho na cabeça a foto que quero colocar aqui qdo puder: uma do Vale do Pati, com trilha de 4 a 5 dias que percorre o centro da Chapada.

***

Mais dias fora. Talvez os próximos posts tenham mais novidades. Mas talvez eu tb nem tenha assim tanto tempo para postá-los.

***

Estou especialista em fazer malas.


This page is powered by Blogger. Isn't yours?