Quinta-feira, Fevereiro 23, 2006

Hoje tá difícil de dar título

A semana começou com Bono Vox e vai terminar com o Carnaval. Atípica sim. Quisera eu que todas as semanas atípicas fossem desse jeito.

***

Ok, falemos de futebol. O Corinthians está fazendo uma campanha pífia nesse começo da Libertadores – o único título que importa neste semestre. Me arrisco a dizer que, se o time não levar esse título, haverá uma crise sem precedentes no Parque São Jorge. Dessas de levar time pra segunda divisão. Me arrisco a chutar também que esse será um ótimo pretexto para a MSI ir embora e levar até o cloro das piscinas do clube ou para o Irã ou para qualquer outro paraíso fiscal.

***

Todo corintiano é ansioso por uma Libertadores. O problema não é o São Paulo ter vencido três vezes. O problema é o Palmeiras já ter levado uma vez o título. Até o Asa de Arapiraca poderia ser campeão, menos o Palmeiras. Tudo bem, o Corinthians tem o da Fifa, o primeiro, que agora o povo reconhece. Mas é órfão e carente da Libertadores.

***

E aí, um dos reforços do time é Marcelinho Carioca. Que foi ídolo do passado sim. Mas que deveria continuar lá, no passado. Até para honrar as coisas lindas que já viveu (com falsidade ou não, a boa fase de Marcelinho no Corinthians já rendeu até post aqui). Agora, um jogador que já é conhecido por ser encrenqueiro vai dividir o time com o desafeto Ricardinho, ficar à sombra de Roger e esquentar o banco de reservas. Sendo que o clube já é uma panela de pressão.

***

Apesar de tudo isso, enquanto eu estava no Morumbi, completamente besta por estar vendo o U2, imaginava aquele pooovo tooodo da arquibancada vestido de preto e branco comemorando um título da Libertadores... Entrar no show me custou sim, mas sonhar ainda não custa.

***

Destino: litoral. São Paulo, só depois do feriado. A cidade me oferece muito e eu nem posso dizer que não gosto dela. Mas ela, definitivamente, não é o meu lugar.

***

Correção: lá atrás, naquele post sobre o Marcelinho, eu dizia que nem sabia mais quem era o atual camisa 7 do time. Sei sim. É o Roger. Q tb bate falta muito bem e é disparado o mais favorecido visualmente em muito tempo no Corinthians. Ou seja, é lindo.


Terça-feira, Fevereiro 21, 2006

Sem querer, a gente mente

Eu sei q eu disse q eu não veria U2. Que era uma palhaçada, organização pífia etc etc. Mas eu também sabia, bem no fundo, que isso era uma tentativa de desdém de quem estava morrendo de vontade, mas sem achar que conseguiria.
Mas eu consegui. E foi maravilhoso. Por enquanto, só consigo dizer isso. O Bono é teatral sim, é performático mesmo, mas o povo pagou pra ver aquilo. Show de hits, inclusive hits instantâneos, como Vertigo (e um ô ô ô ô ô que o público fez em diferentes momentos do show).
No meu set list ainda entrariam Staring at the sun, Desire e The Sweetest Thing.

***

Tá rolando uma discussão sobre o messianismo do Bono ao vivo. Canastrice etc e tal. Vem cá: quem quer pagar 230 reais pra ver show minimalista no Morumbi??

Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006

Intervalo

Não é crise criativa, nem crise de identidade e nem crise dos 26 (ainda). É só falta do q dizer mesmo. Ou vontade de ficar calada.
O assunto volta qdo a mente se assossegar em alguma direção.

Segunda-feira, Fevereiro 06, 2006

Eu não vou (e outras pílulas)

Eu não vou ao show do U2. No começo, estava até disposta a encarar filas. Até ver o tumulto que elas viraram. Depois, veio o anúncio das vendas por telefone. Quem conseguir, tem q enfrentar fila hoje no Itaú pra, depois, retirar o ingresso em UM único ponto da cidade, um guichê do Pacaembu, se não me engano. Palhaçada, né?

Ontem passei o dia com pessoas tão divertidas que até esqueci de telefone e de compra de ingressos. A gente não precisa disso pra ser feliz.

Mas o fato é que a desorganização fez ruir a imagem do Pão de Açúcar e corroeu bonito a do U2, grupo sempre ligado a causas sociais etc.

***

Eu nunca tinha visto um caso de joanete nos dedos das mãos. Até ver os dedos do Keith Richards em entrevista pro Fantástico ontem. Fiquei aflita. Mas, com tantas substâncias ingeridas ao longo da vida, aquele ali não deve nem sentir nada quando topa o dedinho do pé em quina de móvel, por exemplo.

This page is powered by Blogger. Isn't yours?