Domingo, Julho 22, 2007

Mais um dia sem saber que título dar

Faz um bom tempo que não escrevo um post tão profético pra minha vida como foi o anterior. Digamos que fiz um curso intensivo de vida durante estes dias que se passaram. Primeiro, com um feriado que fez cair várias fichas. Dias bons mesmo, destes que te fazem sentir recarregada por um bom tempo.
Dias depois, descobri que o recarregamento foi suficiente, mas não achei que ele seria gasto com tanta rapidez. Fato é que, em algumas situações, descobrimos que somos capazes de muito mais coisas do que imaginamos.
Eu estou dizendo desde a última terça-feira que não consigo mais ver notícias sobre este acidente. Mas eu não consigo tirar de algum canal que dá alguma notícia nova.

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E o Brasil tava indo tão bem no Pan... Estava não, está. Eu não botei muita fé no sucesso do Pan. Nem na vitória do Brasi sobre a Argentina na Copa América semana passada. E menos ainda no corte do levantador Ricardinho, o melhor jogador da liga mundial em que o Brasil foi hepta (eu nem sabia ainda o que vinha depois do hexa). Corte em hora errada, às vésperas do único torneio que o Brasil não ganhou... Apesar de minha pouca fé, meu palpite é que este será o começo do fim desta geração que foi a melhor da história do vôlei brasileiro e que vai demorar muito tempo pra ser alcançada. Desnecessário dizer que eu também não boto fé no bicampeonato olímpico desta seleção em Pequim-2008. Porém, pelo histórico rapidamente descrito neste parágrafo, meu descaso não pode ser sempre levado a sério.

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Eu já ia esquecendo: Toninho Malvadeza se foi. Quem me conhece, sabe o tom com o qual eu disse essa frase assim que soube da notícia. Mais, não vou dizer. Só que tem gente que cumpre hora extra do lado de cá.

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Alguns acontecimentos provocam luto coletivo. Outros, um certo alívio.




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