Segunda-feira, Setembro 29, 2008

Sweet like candy to my soul

Seguinte.
Coisa mais linda ver Dave Matthews Band ao vivo.
Valeu cada um dos reais que paguei.
Compensou cada um dos 16 dias que a semana passada teve.
Ouvir Crash into me ao vivo até me fez esquecer aquele frio do cão.
Aliás, mesmo que a banda não fosse tão, mas tão boa, mesmo que eles não se divertissem no palco, mesmo se estivesse mais frio, ou até se chovesse, já valeria ouvir Crash ao vivo.
Não tem vídeo decente no youtube com o show de ontem. Então, vai esse, que está toda a banda.



Ah. Teve Vanessa da Mata (em show bom) e Ben Harper também (em show morno). Também um pedaço de Seu Jorge. Felizmente, cheguei depois de NXZero. Ou Fresno. Ou coisa q os valha.





Sábado, Setembro 27, 2008

Notas

Essa semana pareceu ter 16 dias e eu esperei ansiosamente para dizer que amanhã eu vou ver Dave Matthews Band + Ben Harper (ah, Ben Harper) + Vanessa da Mata. Ah, tem Seu Jorge tb (e eu disse pra alguém que era Jorge Ben Jor...).
Por engano, tem NXZero também. Ou seria Fresno? Ah, deve ser algo q o valha.

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Quem tá vendo Pantanal? Eu continuo. A Juma está dando raiva. Fez aquele doce com o Juventino e agora quer ficar com o Zé Luca. E quando é que o Arcides vai ser capado? Foi uma das cenas que mais me impressionou qdo vi a novela há 18 anos. O mais louco é que a novela não está sendo exibida na íntegra, porque alguns pedaços da fita foram jogados fora. É sério, nem tudo estava em bom estado de conservação. Por isso é que algumas cenas aparecem assim, flutuando, sem a gente saber de onde ela veio e pra onde ela vai.

Pra falar bem a verdade, queria que a novela acabasse logo. De curiosidade e também pra poder ver outros programas do horário, tipo CQC ou A Grande Família, sem cair na tentação de mudar de canal e não ver direito nem um e nem o outro. Mas, puxa, quando é que eu ia ver o Almir Sater (suspiro) todo dia???

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As eleições já vão ser na próxima semana. Eu já sei em quem vou votar para prefeita e vocês, oito amigos leitores, também. Só estou indecisa com vereador: Dinei (coriniano vota em corintiano), Sérgio Mallandro (sem fazer o RÁÁÁÁÁÁ) ou Ovelha (uou uou ié iéiiii)?

Onde eu encontrei isso, tem coisa muito pior. Ah, tem. Dá pra fazer um post só com isso.




Sexta-feira, Setembro 12, 2008

Mais do passado

Passei por aqui e lembrei que as greves fizeram parte do meu melhor período escolar: o primário e ginásio (ensino básico hoje, será?). Greve não parece combinar com um bom período escolar. Mas é desta época que eu guardo as melhores lembranças daquele intervalo de tempo de pelo menos uns sete anos, algo gigantesco para quem tem 7 e torce logo para chegar aos 14.


As greves de professores da rede estadual eram até freqüentes, pelo menos na minha memória. Assim como as aulas vagas (= ausência de professor para a matéria prevista no dia), que sempre nos levavam para a quadra com alguma bola surrupiada do armário da educação física. Para nós, que não éramos professores, greve era sinônimo de férias, em que os amigos da escola se viam para brincar na rua, nos quintais, tomar lanche no intervalo da sessão da tarde e, quem sabe, tentar fazer uma lição de vez em quando, pra fingir que ninguém ia esquecer a matéria dada.


O problema era que as greves sempre foram sucedidas das reposições. Na quarta série, em 89, após pelo menos uns dois meses sem aulas, passamos a entrar mais cedo até o final do ano. Na oitava (será?), tínhamos aulas aos sábados. Quer dizer, deveríamos ter. Até íamos à escola. Mas os sábados eram sempre ensolarados, a turma era tão legal... Quais eram as disciplinas mesmo?


Nas voltas às aulas, era tão bom contar o que fazíamos durante esses férias extras... a tv à tarde (consegui ver muito Programa Livre e Barrados no Baile), os lanches que as mães faziam, o sol na moleira, os campeonatos de vôlei/queimada/stop/cara a cara, as fitas gravadas com os roteiros toscos... Alguns até voltavam mais queimados, mesmo sem viajar (a greve era só para os alunos, afinal).


E acontecia outra coisa incrível. Os cabelos das professoras loiras sempre voltavam das greves com as raízes escuras. “Gente, essa mulherada precisava voltar a trabalhar logo pra ter dinheiro... Mais um pouco e tudo deixava de ser loira!”, observava eu, maldosa desde o berço.


Maldades sinceras, aliás, sempre foram a especialidade daquela turma do Retiro, e eu fui uma das vítimas delas até me tornar discípula da sinceridade total, como já contei por aqui. A turma era hostil, mas foi uma das mais divertidas com as quais já convivi. Depois do Retiro, só me diverti daquele jeito na faculdade, quando entrei, 10 anos atrás, e de onde saí, há sete.


Lembranças são contagiosas. A gente vê alguém falar do passado e lembra do nosso também. Deixa eu ir ali pegar um remédio pra minha artrose.

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O post que me fez lembrar de tudo isso contou uma história bem mais edificante, eu acho. E, pra falar a verdade, me deu uma dor de cotovelo do caramba, porque nenhuma turma teve uma idéia dessa na escola.

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Ó, eu não vou no show da Madonna. Decidi sem precisar perder noites de sono pra tentar ingresso e sem inventar q ia ao médico pra faltar no trabalho e pegar filas quilométricas. Ai, que preguiça.



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