Eu tive pena ao saber da morte do Michael Jackson, que foi aliás o mesmo sentimento que sempre tive ao ver as notícias mais malucas envolvendo o cara. Neverland, voz infantilizada, os supostos filhos com máscara, o bebê que quase caiu da janela, as cirurgias, aquele rosto deformado...
Mas assim como um monte de gente, me peguei no youtube vasculhando as várias fases da carreira do homem: um Michael ainda pequeno cantando a fofa Ben, já mais crescido com o tema do Video Show (impossível não lembrar a abertura do programa), no clássico Thriller... Mas, pra mim, imbatível é Beat It. Coloque numa festa e conte com os dedos quem fica parado. Foi ao ver uma versão de 2001, com um Michael já acabado e que parecia esconder o rosto com as mãos que eu me dei conta de que o cara ainda era bom. (Tudo bem que tinha a participação do Slash, ícone inesquecível da adolescência)
E foi aí que senti mais tristeza por ver a aclamação post mortem.
E também me peguei pensando o seguinte: em que momento que o homem passou de gênio a maluco? Ou ele sempre foi os dois?
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Gente, eu não consigo parar de ver vídeos do Michael. Só falta eu começar a imitar as coreografias na frente da tela.
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Será que os camelôs já têm os melhores clipes em DVD piratão?
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Ah. Em 1993, quando ele veio ao Brasil, eu tinha 13 anos, era (mais) duranga e não tinha perspectiva nenhuma de ir ao show. Só me restou ouvir pelo rádio. E até chorei em Heal the World.
1 comentários:
E ele morreu bem no dia do meu aniversário!Roubou a cena, mas eu nem fiquei putadavida! Ele era o Michael!Showman como nunca se viu!
Só nos resta o youtube!
beijos
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