Terça-feira, Fevereiro 09, 2010

O dia 15, a culpa do Twitter e Pena Branca

Por ser uma aniversariante do dia 15, vejo este número com simpatia sempre. É o número que sinaliza a metade do mês, quando o salário geralmente já acabou e a gente está à espera do vale, ou quando a gente vê que é preciso acelerar os planos para os meses seguintes, afinal, este mês já quase voou.
À espera do dia 15 deste fevereiro, voltei aqui e vi que a última atualização aconteceu em 15 de dezembro. Desde lá, já fui e voltei da Bahia, já trabalhei, trabalhei e trabalhei e o corpo me pediu pausas por tantas horas gastas em frente a uma tela de computador, com neurônios enlouquecidos e clientes idem. Apesar disso, acredito mesmo que 2010 será um ano muito bom.

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Esse espaço já estava tendo atualizações com periodicidade indefinida até o Twitter fazer parte de minha realidade virtual. Depois que me habituei a usar o pequeno diário, danou-se. Ficou mto mais interessante postar pequenas impressões sobre a vida e os acontecimentos e ler as observações alheias. Principalmente depois que os brasileiros passaram a imprimir "seu jeitinho" no site, com fakes como @nairbello e @oclebermachado. Também dá pra interagir com as opiniões dos amigos distantes, como tem sido com @anavalaraujo, e outros nem tão distantes assim, como minhas queridas companheiras de firrrma.

A gente descobre q viciou mmo qdo os amigos passam a ter o @ na frente do nome.

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Mas ainda sinto falta de ler blogs e de ter mais tempo pra isso.

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Quer dizer, não posso reclamar de falta de tempo nesta semana em que um dos surtos de verão me pegou. Conjuntivite = uma semana em casa.

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Fiquei triste com a morte do Pena Branca. Foi dele um dos shows mais inesquecíveis que já vi, numa Virada Cultural de uns dois anos atrás, acho. Chorei feito criança ao ouvir o "Cio da Terra", música que me faz chorar em qualquer situação, sem que eu saiba explicar ao certo o porquê. Pode ser que ela me lembre as histórias do sertão que cresci ouvindo, as épocas certas para a lavoura, a alegria de uma boa colheita. Ou então os rádios de pilha, os causos contados por viajantes ou apenas o céu estrelado. Não sei o que é, mas sei que meu olho encheu de água de saudade da Bahia, da minha mãe e de uma época em que tudo parecia ser bem mais simples.




5 comentários:

.::Li::. disse...

Post merecido ao Pena Branca, uma das figuras mais ilustres da nossa música brasileira...
(Twitter vicia msmo, é uma droga...tsc tsc tsc)
Bjos

Anônimo disse...
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Anônimo disse...
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Luciana Farias disse...

Pois é... me rendi ao twitter. Mas ainda não aprendi a mexer direito nele, rsrsrsrsrs...

Beijão!!!

Anônimo disse...
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